A participação da Livraria do Senado na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada em setembro, resultou em um marco histórico para o órgão, com a comercialização de mais de 20 mil exemplares. O volume de vendas superou a marca anterior de 17 mil livros registrada durante a Bienal do Rio de Janeiro em 2024. Para a edição deste ano em São Paulo, a instituição disponibilizou cerca de 22 mil unidades de 250 títulos diferentes, todos comercializados a preço de custo.
O principal destaque de vendas foi a Constituição Federal, que teve todo o seu estoque de 2,4 mil cópias esgotado. Outras publicações técnicas, como o Vade Mecum, obras de história nacional e legislações variadas, também registraram alta procura. No segmento infantojuvenil, a coleção “Em Miúdos”, focada em conceitos de cidadania para as novas gerações, figurou entre os itens mais buscados pelos visitantes, assim como o livro “A História dos Símbolos Nacionais”, que teve suas 450 unidades totalmente vendidas.
O espaço do Senado na feira foi além do comércio de livros, oferecendo oficinas, debates e lançamentos literários. Temas como o funcionamento do programa e-Cidadania e o bicentenário da Biblioteca do Senado integraram a programação cultural. O projeto “Escritoras do Brasil” também ganhou destaque com atividades lúdicas voltadas para crianças e adolescentes, com o objetivo de difundir a literatura produzida por mulheres no país.
A diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, ressaltou que a presença em eventos literários fortalece a conexão entre o órgão público e a população, destacando que a educação e a cidadania ganham vida por meio desse contato direto. Já Lara Polesso, coordenadora de Edições Técnicas da Secretaria de Editoração e Publicações, apontou que as feiras literárias funcionam como uma vitrine essencial para aproximar o cidadão dos projetos e serviços desenvolvidos pela Casa.
Quem passou pelo local também pôde conferir de perto réplicas de documentos históricos importantes mantidos pelo Arquivo do Senado, a exemplo das primeiras Constituições do país (1824 e 1891) e o histórico termo de posse de Tancredo Neves invalidado com a marca de “sem efeito”. O evento paulista, que reuniu cerca de 760 mil visitantes, serviu ainda de plataforma para divulgar iniciativas de transparência e participação popular, como o Senado Verifica e o programa Jovem Senador.
Fonte consultada: www12.senado.leg.br. Texto editorial produzido pelo SeligaMT a partir de informações autorizadas.
Nota editorial: conteúdo publicado automaticamente a partir de fonte autorizada e sujeito a atualização pela equipe.

Deixe um comentário