A tecnologia tem facilitado o processo democrático, permitindo que os cidadãos utilizem o celular na hora de votar. O e-Título, plataforma digital desenvolvida pela Justiça Eleitoral, funciona como identificação oficial na cabine de votação, mas essa facilidade é exclusiva para quem já realizou o cadastramento biométrico e possui a fotografia digitalizada no sistema.
Além de servir como identificação, a ferramenta oferece diversas funcionalidades que dispensam a ida presencial a um cartório. Pelo celular ou tablet, é possível verificar a seção eleitoral, checar a regularidade da situação cadastral, obter certidões de quitação e de crimes eleitorais, além de viabilizar a justificativa de ausência e a inscrição para trabalhar como mesário voluntário. O aplicativo é gratuito e, para ativá-lo, o usuário deve inserir dados pessoais como CPF ou número do título, nome completo, data de nascimento e filiação.
Regras para quem não tem biometria
Para os cidadãos que não realizaram a coleta das digitais até o encerramento do prazo, em maio, o aplicativo não exibirá a foto de perfil. Nesse caso, será obrigatório apresentar um documento oficial com foto no dia do pleito. O cadastramento biométrico está temporariamente suspenso e será retomado somente em novembro, após a conclusão do período eleitoral.
De acordo com as diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os eleitores que precisarem comprovar a identidade podem apresentar os seguintes documentos:
- Carteira de Identidade (RG) ou identidade social;
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
- Passaporte;
- Carteira de Trabalho;
- Certificado de reservista;
- Carteira de categoria profissional reconhecida por lei.
Documentos fora do prazo de validade ainda são aceitos para a votação. Contudo, certidões de nascimento ou de casamento não são válidas para o acesso à urna eletrônica.
Título de papel continua ativo
Vale destacar que o tradicional título de papel continua valendo para localizar a seção, mas, por não conter foto, ele não é aceito de forma isolada para autorizar o voto, exigindo sempre o acompanhamento de uma identificação com foto.
Dados divulgados pelo TSE apontam que a biometria já foi adotada por cerca de 88,78% dos votantes no país, o que representa aproximadamente 140 milhões de cidadãos de um colégio eleitoral de 158 milhões de pessoas. O primeiro turno das eleições gerais está agendado para o dia 4 de outubro de 2026, com eventual segundo turno no dia 25 do mesmo mês.
Fonte consultada: www12.senado.leg.br. Texto editorial produzido pelo SeligaMT a partir de informações autorizadas.
Nota editorial: conteúdo publicado automaticamente a partir de fonte autorizada e sujeito a atualização pela equipe.

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